A Globo, que abriu mão das chamadas superséries em 2019, já prepara sua próxima investida no gênero – para 2020, ano do 55° aniversário da emissora. “O Selvagem da Ópera”, de Maria Adelaide Amaral, é o título escolhido para “reabrir” a faixa das 23h. O folhetim, centrado na vida e na obra do maestro Carlos Gomes (1836-1896), poderá contar com Claudia Abreu. A informação é do jornalista Flávio Ricco.

A atriz está longe das novelas desde “A Lei do Amor” (2016), de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari. Em 2017, participou das séries “Cidade Proibida”, na Globo, e “Valentins”, do Gloob, da qual também é produtora. Claudia Abreu estreou na TV em 1986; de lá para cá, acumulou bons trabalhos, como “Que Rei Sou Eu?” (1989), “Barriga de Aluguel” (1990), “Anos Rebeldes” (1992), “Força de um Desejo” (1999), “Celebridade” (2003) e “Belíssima” (2005).

As gravações dos 57 capítulos previstos para “O Selvagem da Ópera” devem começar em setembro de 2019. Além de Claudia, a supersérie poderá contar com Gabriela Moreyra. Egressa da Record – onde protagonizou “Escrava Mãe” (2016) –, designada para um tipo ínfimo em “Segundo Sol”, Gabriela despontou, segundo informações da jornalista Patrícia Kogut, como possível intérprete da mãe de Carlos Gomes, Fabiana, na primeira fase da narrativa.

A morte da genitora marcou a infância de Carlos Gomes. Ainda jovem, o maestro é conduzido pelo pai, Manuel José, e pelo irmão, José Pedro, à música. Posteriormente, com o apoio do imperador Dom Pedro II e da imperatriz Teresa Cristina, “O Selvagem da Ópera” parte para a Itália, onde conhece a esposa, Adelina Peri; dos cinco filhos do casal, três faleceram ainda crianças. O maestro morreu aos 60 anos, vítima de um câncer de língua.

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