Convenções partidárias oficializam sete candidaturas ao Governo do Estado do RN

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Fim do prazo para realização das convenções partidárias, neste domingo (5), no Rio Grande do Norte foram oficializadas as setes chapas que concorrerão ao Governo do Estado.

As chapas são:

Governador e candidato à reeleição Robinson Faria (PSD)/Tião da Prest (PR);

Ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT)/Kadu Ciarlini (PP);

Senadora Fátima Bezerra (PT)/Antenor Roberto (PC do B);

Professor Freitas Júnior/Flávio Rebouças (REDE);

Sindicalista Dário Barbosa/Socorro Ribeiro (PSTU);

Professor Carlos Alberto/Aparecida Dantas (PSOL).

Breno Queiroga (Solidariedade)/Sérgio Leocádio (PSC).

As últimas convenções foram realizadas no sábado (4) e hoje (5), com a definição das três principais candidaturas ao governo.

No sábado, em Natal, o PDT oficializou a candidatura de Carlos Eduardo e coligação com PP, MDB, DEM e Podemos, em convenção realizada no Palácio dos Esportes (VEJA AQUI).

Também no sábado, no Espaço América, em Natal, o PT oficializou a candidatura de Fátima Bezerra e a coligação com PHS e PC do B (VEJA AQUI).

Hoje pela manhã, no hotel Holiday Inn, o PSD confirmou a candidatura à reeleição do governador Robinson Faria e aliança com mais 11 partidos, entre eles o PR, PSDB, Pros, PRB, Avante e a candidatura a vice-governador de Tião da Prest  (VEJA AQUI).

Antes, os outros candidatos a governador e vice-governador já havia oficializado as suas convenções, oficializando candidaturas e coligações.

CALENDÁRIO ELEITORAL

Com o fim do prazo das convenções, o calendário eleitoral tem datas importantes nesse mês de agosto. A partir desta segunda-feira (6), por exemplo, fica vedado às emissoras de rádio e de televisão, em programação normal e em noticiário (Lei nº 9.504/1997, art. 45, incisos I, III a VI):

– Transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados.

– Veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, seus órgãos ou representantes.

– Dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação.

– Veicular ou divulgar, mesmo que dissimuladamente, filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, exceto programas jornalísticos ou debates políticos.

– Divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, ainda quando preexistente, inclusive se coincidente com o nome do candidato ou com a variação nominal por ele adotada. Sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro.

Por Blog do Carlos Santos / Mossoró

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