IBGE: Planejamento reconhece necessidade de novo Concurso

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Um possível novo Concurso IBGE foi, de novo, discutido com o Ministério do Planejamento em encontro. O compromisso teve a presença do Diretor de Relações de Trabalho no Serviço Público, no Planejamento, Paulo de Tarso Campolina, além da representação da Direção do IBGE e da Associação e Sindicato Nacional dos Servidores do IBGE (Assibge).

No encontro, ao comentar sobre o contrato de funcionários para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Planejamento compreendeu que só teria a possibilidade mesmo por novo Concurso, já que a validade da última seleção do IBGE teve encerramento ao final de maio. De acordo com nota publicada pela Assibge, o Ministério do Planejamento leva em consideração a inviabilidade chamar os excedentes do último Concurso, em razão do curto espaço de tempo.

O requisito de 1.800 oportunidades a terem preenchimento por um novo Concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ainda espera pelo aval do Planejamento. A situação, contudo, está complicada para novos contratos, pois os valores previstos na Lei Orçamentária Anual para Concurso está cada vez mais reduzida.

Conforme a coordenadora de carreiras do IBGE, que já atuou na área de concursos, os órgãos públicos trabalham com os requisitos e o governo faz a definição da quantidade de oportunidades incluídas na LOA. Posteriormente ao requisito de aprovação, os órgãos disputam as oportunidades juntamente às instâncias de governo, o que significa que isso só aconteceria mais para o fim do ano.

O sindicato, entretanto, faz a afirmação de que neste ponto, tanto a representação da Assibge, como da Direção do IBGE, defenderam enfaticamente o caráter urgente de procedimento de Concurso. A Assibge fez a reafirmação de que o contrato de funcionários novos é fundamental, sob o risco dos exercícios do IBGE terem paralisação, ainda mais às vésperas de um Censo Demográfico, revelada a importância na produção de políticas públicas.

Do geral de 1.800 oportunidades requisitadas pelo órgão, a maioria (1.200) são para o emprego de técnico, que tem requisito de ensino médio. As várias 600 são para analista, que requisita o grau superior.

Nos dois empregos, os funcionários ganham salários acima de R$3 mil. De maneira específica, para grau médio, os salários deverão ser de R$3.890,87 e para grau superior de R$8.213,07. Nestes valores já há a inclusão de vale-alimentação de R$458. Assim que o aval do Planejamento, os processos para a elaboração de Concurso devem ter o encaminhamento, tendo como primeira etapa a opção de banca organizadora.

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