INSS: Novo concurso vai reduzir prejuízo financeiro do governo

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A ausência do Concurso INSS gera um prejuízo de dinheiro ao governo federal. A razão disso é que quanto maior o tempo de benefício ao segurado para ter liberação, maior a quantidade de dinheiro que sai dos cofres da União, já que o valor alcança aos beneficiários com juros. Isso apresenta a necessidade de o Instituto Nacional do Seguro Social em chamar excedentes do Concurso de 2015 e fazer abertura de novo Concurso Público. A relação tem a ver com o fato de o déficit de servidores ser o grande responsável pelo tardar do atendimento do INSS.

Apesar da perda financeira ser algo de grande relevância, ainda mais em tempos de gastos contidos, o Concurso INSS se apresenta necessário também por diversos outros fatores. O principal deles está associado às aposentadorias. Conforme parecer técnico encaminhado pelo INSS ao Planejamento, dos 20.633 técnicos do seguro social, 10.635 estão em abono de permanência, ou seja, possibilita a aposentadoria a qualquer instância.

No ano anterior, o INSS requisitou 16.548 oportunidades ao Ministério do Planejamento. E para basear-se a essa solicitação que o parecer técnico foi enviado. No vigente documento, contudo, o INSS abre a possível oportunidade de o Planejamento fazer a autorização de uma quantidade menor, demonstrando que essas 10.468 oportunidades são consideradas de urgência.

Para a redução desse tempo, o Instituto espera do Ministério do Planejamento um aval para o preenchimento de 10.468 oportunidades. E para o novo Concurso, são esperadas 7.888 oportunidades. Dessas 3.984 são para o técnico, de ensino médio e com remuneração de R$5.186,79. Para analistas, está previsto o quantitativo de 1.692 oportunidades. Nesta situação, os servidores devem ter graduação em setores específicos, ainda não mencionadas. Os vencimentos são de R$7.659,87.

Para peritos são esperados 2.212 novos profissionais. Na situação de convocação de 2015, há a previsão de 2.050 oportunidades de técnicos e 530 de analistas, num total de 2.580.

O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, luta, juntamente com o INSS, pelos avais. No encaminhamento da nota técnica ao Ministério do Planejamento, Beltrame requisitou prioridade aos contratos no Instituto.

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