“Guinho, estou morrendo”. Essas teriam sido as últimas palavras do vereador Wendel Coelho (PTdoB), assassinado na manhã deste domingo, em Engenheiro Pedreira, Japeri, na Baixada Fluminense. Guinho é o apelido do irmão Wellerson de Lima Coelho, que estava com o político quando foi morto. Ele não se feriu. Os dois estavam num Cobalt em direção ao bairro Alecrim quando foram atacados por motoqueiros que dispararam contra Wendel e fugiram. O político morreu na hora.

Rio – “Guinho, estou morrendo”. Essas teriam sido as últimas palavras do vereador Wendel Coelho (PTdoB), assassinado na manhã deste domingo, em Engenheiro Pedreira, Japeri, na Baixada Fluminense. Guinho é o apelido do irmão Wellerson de Lima Coelho, que estava com o político quando foi morto. Ele não se feriu. Os dois estavam num Cobalt em direção ao bairro Alecrim quando foram atacados por motoqueiros que dispararam contra Wendel e fugiram. O político morreu na hora.

Paulo Júnior, 23 anos, criado como irmão de Wendel, contou que ele chegou a falar com o irmão quando foi baleado. “Ele olhou para onde levou o tiro e falou com o irmão que estava junto com ele: ‘Guinho (como chamava o irmão), estou morrendo”, contou Paulo.

Ele foi avisado da morte do político por Wellerson. “O Wellerson veio me chamar falando que o Wendel tinha sido baleado e que não resistiu. Não consegui acreditar na hora. Ele era como um irmão para mim”, desabafou Paulo.

Segundo ele, uma das bandeiras que Wendel mais levantava era a da juventude. “Ele a defendia, tinha pautas para eles. Alem disso, se mobilizava para atender todo mundo, ouvir a população”, lembrou Paulo, lamentando a morte do amigo.

 “Vai embora um cara que tinha muito pela frente, que era a esperança do município. Ele ainda era a alegria da casa, pregava pela união. É uma grande perda para todos nós”, afirmou ele.  Ainda não foi informada a hora e nem o local do enterro do vereador. Por Jornal O Dia

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